terça-feira, 5 de agosto de 2014

Retrocesso..

Preciso parar de pensar nele, não me faz mais bem tê-lo em minha mente. De que adianta existirem lembranças se o melhor de tudo já não é mais concreto. As noites vem e vão de maneiras absurdas. O dia chega, a tarde passa, a madrugada vem vindo e nada de sono, só sonhos e ele aqui. Pesadelos, fantasias, desejos frustrados, decepcionados (não concretizados). Há quanto tempo já não lhe escrevia, quantas rimas iam e vinham sem morada permanente (É tudo tão adjacente!). Palavras difíceis, complicadas, simplinhas. Nada então utilizo. Não é a mesma coisa de uns tempos atrás... Chegou, marcou e se mandou. Essa é a ordem de minha interessantíssima Vida. To ferrada! (Sempre estive).
Vejo-o online e não possuo mais aquela coragem e ousadia de chegar e lhe falar, acabaram-se os assuntos, tudo o que está preso aqui dentro, querendo explodir de algum jeito. É errado sentir-se assim, deveria ir lá e dar a cara a tapa, mostrar-lhe que ainda existe algo muito forte e presente que faz pensar nele todos os dias sem intervalo, folga ou recessão. (O bombardeio é intenso e profundo!)
Ah, essas musicas, todas elas, sem exceção, estão me deixando maluca de vontade de te encontrar novamente e por tudo em pratos limpos, limpar as amarras e as peças que se pregaram em nós. Ou te arranco de vez do pensamento ou entrego-te todos meus poemas. Decisão cruel e sem solução prévia de acontecer.
Quem dera do nada abrisse a janela e encontrasse este certo alguém lá a minha espera para sairmos por aí sem medo de ser feliz e espalhar o amor que temos por aí...

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