segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Poetizar!

Por que escrever poesia?
O que outrora sente e deveras escreve
Nada é mais encantador que o mistério das entrelinhas
Pode-se pensar de um jeito, enquanto outro o faz também
Não existe uma linha tênue que defina esse desejo

Mas então o que seria?
Vaidade?
Válvula de escape?
Diversão?
Ou simplesmente emoção?
O que leva alguém a transmitir seus pensamentos em verso, prosa ou canção?
Seria talvez a ideia de mexer com os sentimentos?
Ou quem sabe declarar suas mais variadas sensações?

Um poeta que se preze
Provavelmente a chave deste segredo guardará (se assim a souber)
E enquanto dúvidas assim houver
A Poesia se concretizará

Muitos hão de vir
Como também se ir
Se definir é se limitar!
Sou aquilo que desejo ser
Sou o que todos querem ver
Mas jamais serei um só

As palavras nos dão liberdade
E com elas faço um nó
Um nó nas entranhas da poesia
Nesta rima que contagia
Sem esquecer da profecia:
“A poesia existe por simplesmente existir
e sempre encontrará um meio de se fazer emitir”

Inspiração conta e muito, mas dedicação vale também
A diferença está no modo de escrever
Uns falam de amor, amizade, carinho e proteção
Outros mexem com os perigos do coração
Há quem a ame; Há quem a despreze
Não há como obrigar ou forçar uma relação
A poesia se sente, se vive e então se escreve
Eternizando momentos na passagem do tempo
Levando as lembranças ao ápice da vida

Enfim, que se diga:
A poesia está em tudo,
Em nós, no dia a dia
E através daqueles que se deixam levar
Faz a sua história, sua cantiga.

Eis a arte de fazer Poesia!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

História Alucinante!

     Sabe quando dá um click na sua cabeça e então tudo faz sentido, ou ao menos lhe surge uma ótima ideia na cabeça? Pois é, foi assim que aconteceu. Eu estava passeando normalmente, fazendo meu tour de todo dia pela manhã, quando de repente eis que vejo a imagem mais alucinante e linda de todas; Ela estava sentada diante de um barquinho de papel, sabe aquelas manias que a gente tem quando invoca com algo e fica mexendo sem parar, então só que nesse caso tudo era diferente, ela fazia com que aquilo parece gracioso ao invés de irritantemente grotesco e patético.
     Não sei quanto tempo fiquei lá parado só observado-o até que me dei conta e ela estava vindo em minha direção (isso era o que minha imaginação alucinógena me dizia e me mostrava, mas muito pelo contrário ela tinha sumido!) Sei que parece loucura, onde já se viu ficar tão invocado com algo tão banal e derradeiro, mas foi exatamente como me senti naquele momento, como se algo estivesse errado naquela historia, como se a peça principal do quebra cabeça tivesse desaparecido e eu era a chave para o mistério. Hilário, você deve achar, e pode ter certeza é incrível como de um instante a vida da gente se modifica sem explicação alguma e você fica meio que em uma ribanceira querendo saber o que acontece no próximo capitulo desta cena e simplesmente há um vazio, um corte.
    As horas passavam e eu congelei, não conseguia me mexer, estava estático em meio aquele parque sem poder me movimentar nem tirar os olhos fixos daquela visão no minimo curiosa mas que me abalou de um jeito assustador. Você deve estar pensando esse cara é um maluco, um alucinógeno que fica cheirando esses pozinhos que vendem por aí, mas engana-se completamente; Eu sou o cara que faz da imaginação sua morada e sua renda, que leva a cantiga da vida como filosofia de vida! Então não me venha criticar, ou melhor critique, mas antes perceba os seus erros não somente os meus e aí sim faça uma critica baseada em fatos e provas não somente por esse disse me disse. Acredite em si meu camarada, você nunca sabe o que irá acontecer daqui uns segundos, milésimos a frente. Mas voltando ao meu contexto confuso e desasclarecedor o inacreditável as vezes acontece e de tanto cismar com aquela cena resolvi botar em pratica um tática que a muito desejava fazer. É escrever! Sim, por que não? Por que não colocar no papel uma história assim sem pé nem cabeça? Por que não deixar a imaginação do leitor flutuar e continuar o rumo desta minha manha de jornalista-escritor?         Ah, seria tão bom se as pessoas hoje em dia lessem mais e prestassem mais atenção ao que acontece ao seu redor - São ínfimos os detalhes mas preciosos e ricos de adrenalina e conteúdo!
agora ao rever estes escritos percebo que não se encaixa em nenhum tipo de gênero literário e sabe por que? Se definir é se limitar! (adoro esta frase, ela me faz sentir algo a mais do que a miséria desta inóspita vida aqui na terra. Ó me esqueci completamente do nosso primordioso assunto: A criatura bela e desaparecida. Pois bem, sentei-me na escadinha perto de onde ela se encontrava e então eis que acontece outro acaso muito encantador: Ela estava lá do meu lado e eu nem sequer tinha percebido! Ficamos conversando por uma meia hora do tempo da gente e quando me dei conta já era noite. Porém, quando vou me despedir dela (já que estava distraído olhando seus curioso barquinho nas mãos) não está mais lá. Aquilo me deixou no minimo muito, mas muito intrigado. Quem era aquela criatura? Da onde surgiu e para onde ia assim tão rapidamente? E outra, bem mais relevante: Por que me parecia que somente eu a percebia no meio daquela confusão de gente, da correria do dia a dia?
    Você não faz ideia não é?! Nem eu, mas como tenho alma de investigador vou a procura da simplificação deste enigma. Mas antes de lhe contar tudo o que descobri preciso outra lembrança aqui mencionar. Naquele dia do acontecido viciante e perturbador algo mais me havia acontecido; Não sabia como juntar as peças para essa minha existência desapercebida e esquecida que ao me dar conta lá estava eu, justamente, a me enamorar por uma menina tão bela e solitária que jamais teria tamanha coragem de ir lá e pronunciar como seu amante apaixonado. Sei que pareço assim  o ser mais variado do planeta, mas fazer o quê sempre fui assim e se duvidar sempre serei. Lá vou eu outra vez me desviando do foco - mania irritante e esquisita, aliás só mais uma de tantas mil.
    Como conciliar uma paixão recém descoberta por alguém visto apenas uma vez que você se identifica parece que se vê no coração daquela pessoa e depois mais vê uma cena tão perturbadora e curiosa como aquela. Me diga você cara leitor, o que a gente faz numa hora dessas? Qual seria a minha chance de por mim ela sentir algo assim também? Zero, nulas, niente, nada, nem um vintém! Simplesmente vou me deixando levar pelas inusitadas circunstancias que rondam meu viver.
     Will, quando me empolgo não tem quem me segure mais! Dessa vez não foi diferente, depois de tanto ficar em um trabalho árduo que é o pensar me deti nessa de escrever. Ah, se tu soubesses como é magico esse negocio de fazer o que a gente quer sem dar explicação a ninguém, muito menos seguir esses rótulos que nos impõem a toda hora e todo momento. Eu adoro essa vida cheia de aventura e de poesia, de musica, de brilho, de magia, fantasia e tudo o que mais existir e sabe por quê, eu amo viver essa vida e tantas outras no meu mundo, no meu mundo imaginário e sabe do que mais aquela historia alucinante lá é a minha, é a sua é a de todos nós. Nem um ser existe por si só, mas faz da sua vida o que quiser, então decide fazer dela minha válvula de escape. Até porque nunca é tarde demais!
Você queria ler? Pois agora vais, e sabe do que mais ainda, aquele ser especial ou criatura advinda dos meus sonhos e percepções reais era nada menos nada mais do que meus ancestrais (brincadeirinha, só para rimar e haver um pouco de alegria).
       Enfim, aquela era a aura mais linda de todas, ela vinha do céu, pousava levemente no meu viver e fazia dele algo mais agradável, mais relevante do que apenas ser.

Armação ou Intuição?!

Menino sentado de óculos na mão
Não sabe onde vai nem se mexe no chão
Só sente uma coisa: É ela ou não?
Ai, minha Nossa Senhora, me dê a mão.

Um número chamado, não está preparado
Mete a cara e a coragem, esquece a vergonha e fala
O minuto está sendo cronometrado
A dinâmica pica fogo está alarmada

Vem chegando sua vez... Número seis
Ah não é agora a chance de uma nova poesia
Cinco minutos não são suficientes
E agora o que faço da mente?

Lá na frente me vou
Espera, começa; É o show!
Coração vai sair porta à fora
Não contenho mais minha respiração

Qual foi a dele com esta indicação?
Me ver na fogueira ou provocar meus instintos
Uma leve vingança ou seria confiança
Aiaiai só sei que isso de nada irá prestar

Bom, lá vou eu
Vamos ver no que vai dar
Risada forçada, mente apagada
O que aconteceu? A rima sumiu do nada.

Quinta-feria lascada!
A noite mal acabada
Muitas surpresas viriam a esta poetizada

Secos e molhados

Somente um minuto e já perco o ar
É difícil te ver e as palavras pronunciar
Embaralha meu cérebro, meus sentidos, meu tudo
É incrível o poder e persuasão que exerce sobre mim

Num dia de chuva a esperar
Eis que ele surge todo lindo e charmoso
Sequinho e eu molhada
Opostos perfeitos para a ocasião
É hora de conter o coração!

O diálogo vem vindo aos poucos
Surge como as primeiras gotas de chuva
E então se derrama com o mel e deleita
Alguns instantes de pura alegria vivenciei

Certos olhares ainda me intrigam
Curioso, safados, enigmas...
Qual será a deles nesta liga?
Sorrisos percorrem minha vida.

sábado, 8 de novembro de 2014

Convivências...

Como uma estrela a me chamar que vai pra cá e pra lá, não faz ideia de onde irá parar.
Como a lua no céu a iluminar noites escuras, tenebrosas ou até mesmo diamantes se tornam brilhantes.
Como as nuvens a deslizar nas passagens aéreas em meio aos trovões e percalços do caminho.

Viver de um modo pouco normal
Te ter é algo quase irreal
Segredos e mistérios rondam nosso conviver
Se está aqui, estou ali e por aí se vai meu pensamento

Seu olhar longe do meu
Teu sorriso distante de mim
Algum dia vamos de novo simplesmente sorrir

O lápis teima em escrever seu nome
Repreendo-o e quase chega lá
É impossível não querer marcar
Feito gravura no meu coração guardar

Sinto a cada instante este amar
Te querer infelizmente não dá
Liberdade, diversão... Nada faz sentido
Falta sempre aquele único brilho

Ele está aí...
Um dia após o outro;
Com e sem você.

sábado, 1 de novembro de 2014

Um lado só...

Está em tudo, em cada detalhe
Seja no dia a dia ou na sala de aula
Nas canções, em tantas composições
Não está em nada... Está apaixonada

Faz vez a alegria e a tristeza também
Tanto recolhe lágrimas como risadas contagiantes
Não há chance para o descaso
Há sempre alguém pelas entre linhas a mover

Se for sozinho escreve de nostalgia e solidão
Se estiver rodeado de amigos, a alegria faz a vez
Mas se por acaso ao lado está aquela pessoa
Aí não há nem o que falar... Brilho, estrelas e sorrisos

Algo específico não existe nessas linhas
Qualquer coisa pode virar rima
Está em tudo, em todos... É a Vida.

Só resta dizer: Bem vinda Poesia!

Surpresas Naturais

Mil passarinhos a voar
Um arco-íris em penas e cores
Colírio para a Vida; 
Alegria para os olhos!

Lá no Horizonte fica a brisa
Leve, linda e solta
Está em busca de um repouso
Não encontra galhos soltos

Se por acaso os visse
Não acreditaria
Tamanha sorte e brilho
Resplandece a cada dia

Pétalas de flores a cair
Espalhadas pelo chão frio e duro
Gotas de chuva a lavar
A alma ferina despertar

Passam dias, meses, estações
Em nenhum está vossos corações
Viva a vida, viva o Amor!
Jamais esqueça sua atenção

A Natureza pede a vez
É chegado o momento: Solte sua voz!
Encante a todos, eleve o movimento
A canção está no ar, no vento...