Alegre menino. Alma contagiante de moleque. Atitude de homem. Moço inteligente, interessante, sagaz.
Aqueles fios de cabelo sempre bagunçado, espetado, ao natural. Tão belo, tão elegante, tão simples.
Tantos olhares... O dele sempre se destaca. Azul como o céu, como o mar.
O sorriso empolgante ou a seriedade serena. Sempre de bem com a vida. Sua risada contagia.
Meu menino dos sonhos; se faz presente mesmo estando ausente. O coração bate acelerado e compassado... Feito aqueles dedinhos que dançam pelo ar.
Natureza agraciada. Deu-lhe os raios do sol como atrativo principal, mas lá no fundo há também o luar que volta e meia aparece e me encanta.
Meu doce/agridoce guri esquisito. As lembranças são poucas, mas há aquela intrigante fotografia. Como se tivessem-no capturado no exato momento em que se presenciava (aparecia).
Tantas coisas gostaria de saber... Suas recordações vão mais ao fundo. Coisas que nem imaginava. Qual surpresa não foi a minha.
Uma companhia ao longe todo dia.
Espontâneo ser
Leve, descontraído
Atravessa o tempo
Imagine os momentos
Reais e surpreendentemente bons
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Tão perto... Porém, sempre tão distante.
Ai, eu to pirando!
E a culpa é sua.
Do nada tu aparece e me deixa assim:
Respiração ofegante;
Coração acelerado;
Boca seca;
Inquieta.
Quando é que vou parar com isso?
Quando chega me afasto querendo estar perto
Quando se afasta fico triste e chateada
Ah, coitado, nem faz ideia do que se passa.
Sinto saudade daquele companheirismo
Daquelas risadas de tudo ou de nada
Dos assuntos mais loucos e legais
Dele ao meu lado.
Se ao menos conseguisse uma oportunidade
Quem sabe essa história não mudaria de rumo
E a gente voltava a se encontrar
Naquele olhar.
E a culpa é sua.
Do nada tu aparece e me deixa assim:
Respiração ofegante;
Coração acelerado;
Boca seca;
Inquieta.
Quando é que vou parar com isso?
Quando chega me afasto querendo estar perto
Quando se afasta fico triste e chateada
Ah, coitado, nem faz ideia do que se passa.
Sinto saudade daquele companheirismo
Daquelas risadas de tudo ou de nada
Dos assuntos mais loucos e legais
Dele ao meu lado.
Se ao menos conseguisse uma oportunidade
Quem sabe essa história não mudaria de rumo
E a gente voltava a se encontrar
Naquele olhar.
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
De uma tantas outras mil (Sensações. Percepções)
Droga, porque fui gostar tanto assim dele?!
Posso até dizer que não, que foi tudo pura ilusão, mas isso é mentira!
Posso até tentar fingir não sentir mais nada, mas está mais vivo e dolorido do que nunca...
Sabe por quê?
Eu realmente te amei!
(Quem sabe ainda restam vestígios desse sentimento tão sincero que nutri por ti algum dia)
Como eu gostaria de poder mudar tudo o que passou...
Mas sabe, eu menti naquela poesia, quando disse que preferia não ter nunca lhe conhecido.
Mesmo com esses altos e baixos pelos quais passamos, aqueles momentos foram especiais.
Prefiro deixá-los guardados, intactos, na memória do que vê-los se desmanchando em ruínas.
Se foi especial? Como não haveria de ser?!
Mas pra tudo há um tempo nessa vida. E o nosso, infelizmente, chegou ao fim.
Tento conter as gotas líquidas de pura emoção e nostalgia que imploram para se tornarem livres,
E desaguando aos pés da saudade encontrem abrigo e coração.
Meu Deus, como sofri. Só Tu sabes o tamanho do meu desamparo naquelas infinitas horas.
Só Tu sabes como foi difícil saber o que vinha por ali e não poder fazer nada para tentar impedir.
Porque amor não se implora, e mesmo que seja dado, tem que ser com carinho e não por obrigação ou convenção. Porque, com você, senti e esmoreci.
E cada palavra que escrevo, milhares são deixadas pra trás, somente dentro da mente
Porque são, perturbadoras, demais.
Agora, tento novamente seguir em paz
Posso até dizer que não, que foi tudo pura ilusão, mas isso é mentira!
Posso até tentar fingir não sentir mais nada, mas está mais vivo e dolorido do que nunca...
Sabe por quê?
Eu realmente te amei!
(Quem sabe ainda restam vestígios desse sentimento tão sincero que nutri por ti algum dia)
Como eu gostaria de poder mudar tudo o que passou...
Mas sabe, eu menti naquela poesia, quando disse que preferia não ter nunca lhe conhecido.
Mesmo com esses altos e baixos pelos quais passamos, aqueles momentos foram especiais.
Prefiro deixá-los guardados, intactos, na memória do que vê-los se desmanchando em ruínas.
Se foi especial? Como não haveria de ser?!
Mas pra tudo há um tempo nessa vida. E o nosso, infelizmente, chegou ao fim.
Tento conter as gotas líquidas de pura emoção e nostalgia que imploram para se tornarem livres,
E desaguando aos pés da saudade encontrem abrigo e coração.
Meu Deus, como sofri. Só Tu sabes o tamanho do meu desamparo naquelas infinitas horas.
Só Tu sabes como foi difícil saber o que vinha por ali e não poder fazer nada para tentar impedir.
Porque amor não se implora, e mesmo que seja dado, tem que ser com carinho e não por obrigação ou convenção. Porque, com você, senti e esmoreci.
E cada palavra que escrevo, milhares são deixadas pra trás, somente dentro da mente
Porque são, perturbadoras, demais.
Agora, tento novamente seguir em paz
domingo, 4 de outubro de 2015
E vai escorrendo pelas veias...
As músicas não param de tocar
Meu coração vai no embalo e as lágrimas voltam a rolar
O som lá no alto pra ver se abafo os gritos que ecoam dentro de mim
"Saudade é o amor que fica!"
Exatamente isso.
Isso já não importa! (Tento diariamente convencer-me disto)
Nem sempre (quase nunca, por um segundo apenas) isso é possível.
Romances de todas formas, maneiras, e lugares
Por que comigo nunca é assim?!
Será que deixei passar a minha dita grande chance, ou estou exagerando no melodrama mais uma vez?!
Que droga! (E que bom!) Voltei com essa mania de escrever novamente.
E quando começa não para, as palavras parecem que imploram e jorram para fora...
Todas as mil e tantas lembranças (Tão vivas e mortas ao mesmo tempo)
Era amor? Foi realmente uma história de amor?
Ah, como queria poder esquecer e apagar tudo isso de uma vez por todas.
Estou enlouquecendo (Claro, ninguém ta vendo isso, muito menos você.)
Sim, você que por algum tempo fez parte dos meus melhores dias, dos meus melhores momentos e que agora tento em vão e seguidamente tentar arrancar de mim, do meu coração, das lembranças, das recordações que surgem em algum ínfimo detalhe e não paro, droga, não paro de pensar. Porque tudo tem que ser assim sempre??? Você que era a alegria dos meus dias, ficava contando as horas, os minutos e segundos para nossas conversas acontecerem, pros nossos encontros peculiares acontecerem de verdade. Sim, eu, aquela que todos pensam ser quieta, tímida demais, e vai saber o que mais. Sim, aquela que lhe entregou todo o sentimento que nutria dentro de si naquele e em todos os instantes. Da saudade que sentiu, dos poemas, textos e poesias que escreveu e lhe dedicou como sendo seu grande e mais sincero amor. Pois é, essa mesma, que agora treme e escreve sem dar tempo para pensar porque senão tudo isso vai apagar em um simples selecionar e deletar. (Na vida não é tao fácil assim. Que pena!)
Ah, pronto, desabafei.
Mas continua aqui dentro essa sensação de querer fazer algo que já não é lhe é mais permitido e totalmente improvável.
Ah,
Ahh,
Ahhhh.
Se eu pudesse simplesmente lhe esquecer. (Como se nunca tivéssemos nos conhecido e nem nada do tipo)
Tudo graças ao que mais amo: Música!
Vai entender...
A vida tem mesmo das suas mil e uma reviravoltas.
Jamais se acostume com alguém, porque saiba, aí já era.
Ai, que aperto enorme no peito!
No meu extravasado/introvertido coração.
Meu coração vai no embalo e as lágrimas voltam a rolar
O som lá no alto pra ver se abafo os gritos que ecoam dentro de mim
"Saudade é o amor que fica!"
Exatamente isso.
Isso já não importa! (Tento diariamente convencer-me disto)
Nem sempre (quase nunca, por um segundo apenas) isso é possível.
Romances de todas formas, maneiras, e lugares
Por que comigo nunca é assim?!
Será que deixei passar a minha dita grande chance, ou estou exagerando no melodrama mais uma vez?!
Que droga! (E que bom!) Voltei com essa mania de escrever novamente.
E quando começa não para, as palavras parecem que imploram e jorram para fora...
Todas as mil e tantas lembranças (Tão vivas e mortas ao mesmo tempo)
Era amor? Foi realmente uma história de amor?
Ah, como queria poder esquecer e apagar tudo isso de uma vez por todas.
Estou enlouquecendo (Claro, ninguém ta vendo isso, muito menos você.)
Sim, você que por algum tempo fez parte dos meus melhores dias, dos meus melhores momentos e que agora tento em vão e seguidamente tentar arrancar de mim, do meu coração, das lembranças, das recordações que surgem em algum ínfimo detalhe e não paro, droga, não paro de pensar. Porque tudo tem que ser assim sempre??? Você que era a alegria dos meus dias, ficava contando as horas, os minutos e segundos para nossas conversas acontecerem, pros nossos encontros peculiares acontecerem de verdade. Sim, eu, aquela que todos pensam ser quieta, tímida demais, e vai saber o que mais. Sim, aquela que lhe entregou todo o sentimento que nutria dentro de si naquele e em todos os instantes. Da saudade que sentiu, dos poemas, textos e poesias que escreveu e lhe dedicou como sendo seu grande e mais sincero amor. Pois é, essa mesma, que agora treme e escreve sem dar tempo para pensar porque senão tudo isso vai apagar em um simples selecionar e deletar. (Na vida não é tao fácil assim. Que pena!)
Ah, pronto, desabafei.
Mas continua aqui dentro essa sensação de querer fazer algo que já não é lhe é mais permitido e totalmente improvável.
Ah,
Ahh,
Ahhhh.
Se eu pudesse simplesmente lhe esquecer. (Como se nunca tivéssemos nos conhecido e nem nada do tipo)
Tudo graças ao que mais amo: Música!
Vai entender...
A vida tem mesmo das suas mil e uma reviravoltas.
Jamais se acostume com alguém, porque saiba, aí já era.
Ai, que aperto enorme no peito!
No meu extravasado/introvertido coração.
sábado, 3 de outubro de 2015
Resquícios viventes
Preciso me redescobrir, me reinventar
Muita coisa já se passou por aqui (deixou marcas) e depois se foi
Está mais do que na hora de transformar tudo isso e seguir em frente
Mas de verdade, não só da boca pra fora
Se soubesses como é difícil, complicado (praticamente impossível)
A vontade é de largar tudo, não fazer mais nada (o mundo desmoronou)
Esquece esse lero lero e vai viver, é o que todos dizem
Se soubesse tudo o que se passou aqui do lado de dentro
Da multidão de pensamentos
Das perturbações de cada dia e noite sem dormir
De cada lembrança sendo revivida ali na mente (mesmo sem querer, sem desejar)
As escolhas simplesmente nos fizeram ser assim...
São todos esses resquícios viventes que o vento trouxe novamente
Após aquela chuva calma, o tempo soprou e as lágrimas vieram a molhar
Um coração que já estava quase seco - preso pelos grampos da desilusão
Jorrou montes de folhas e flores - tanto secas quanto murchas
Só fizeram relembrar (o amor que por aqui passou como um trovão)
São tantas as palavras a serem usadas e descartadas
Escritas e logo pensadasriscadas apagadas
Ninguém mais precisa saber o caos que se instalou por dentro (lá no seu interior)
Vai vivendo a vida, cantarolando silenciosamente apenas com seu violão
Traz consigo uma fé absurda e uma esperança quase tola de tão imortal que já se tornou
E olha por tudo que já passou!
Muita coisa já se passou por aqui (deixou marcas) e depois se foi
Está mais do que na hora de transformar tudo isso e seguir em frente
Mas de verdade, não só da boca pra fora
Se soubesses como é difícil, complicado (praticamente
A vontade é de largar tudo, não fazer mais nada (o mundo desmoronou)
Esquece esse lero lero e vai viver, é o que todos dizem
Se soubesse tudo o que se passou aqui do lado de dentro
Da multidão de pensamentos
Das perturbações de cada dia e noite sem dormir
De cada lembrança sendo revivida ali na mente (mesmo sem querer, sem desejar)
As escolhas simplesmente nos fizeram ser assim...
São todos esses resquícios viventes que o vento trouxe novamente
Após aquela chuva calma, o tempo soprou e as lágrimas vieram a molhar
Um coração que já estava quase seco - preso pelos grampos da desilusão
Jorrou montes de folhas e flores - tanto secas quanto murchas
Só fizeram relembrar (o amor que por aqui passou como um trovão)
São tantas as palavras a serem usadas e descartadas
Escritas e logo pensadas
Ninguém mais precisa saber o caos que se instalou por dentro (lá no seu interior)
Vai vivendo a vida, cantarolando silenciosamente apenas com seu violão
Traz consigo uma fé absurda e uma esperança quase tola de tão imortal que já se tornou
E olha por tudo que já passou!
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