domingo, 28 de setembro de 2014

O outro lado, desconhecido, há de vir...

    Uma paixão desenfreada percorre meu ser
    Se o tenho perto não sei como agir, me faltam as palavras, o vocabulário na pista
   Mas se o tenho longe sinto falta da sagacidade e vivacidade que sua presença emana na minha
   É por vezes algo complexo e simples, como opostos em uma mesa que brigam, discutem, mas sempre se trilham, não há quem os domine acerca disto. É indescritível o que sinto ali...
   Vejo caminhar e inutilmente vou seguindo tentando não pensar ou admirá-lo em suas mais diversas maneiras pelo caminho.
   Gosto, gosto sim. Tanto da sua presença como do andarilho. Há várias sensações e um único brilho.
   Com todos é alegre, divertido; já comigo há um modo peculiar, digno de observações infindas e dúvidas infinitas; será isto bom ou mal sinal em nossa "forçada convivência"? E aqueles olhares o que dizem a respeito da nossa proximidade? É divisível seus modos ao me ver, notar ou fingir esquecer, como também um encomodo, perturbamento, embaraço ou somente socialização como diz meu melhor amigo (Aliás, que falta que me faz no dia a dia).
   Não posso escrever-lhe diretamente (não teria coragem para tamanho atrevimento), mas se nestas entrelinhas passar alguns sentimentos, então saberá que não foram em vão tais momentos.
   Se nada quiseres ou for tudo invenção da minha mente vou descobrir e quem saiba então enfim poderei entender o mistério que exerce sobre mim esse sorrir

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