É difícil admitir para si mesma, quando penso que já esqueci, que em frente posso seguir... tudo muda de direção e a mil por hora agita o coração. Não há nada que possa isto explicar. Posso ainda assim cantar? Há outro lado agora nesta história e a memória chora, escreve, inspira, implora... Dê uma última e única chance a esta rima que encontra-se ainda sem liga e vida.
Já não pode fazer tudo que quer ou bem entende. Existem outros casos nesta mente. Pingos de chuva que viram torrente; a avalanche está vindo, mude de direção ou tome logo alguma decisão.
Um poema em um caderno aos frangalhos. Não existe outra via, é única, tome pois o seu dia... Viva, viva, alegria.
Nenhum comentário:
Postar um comentário