Domingo a tarde... e eu aqui, sozinho, neste banco a espera de um milagre que seja,
De uma luz no fim do túnel,
De uma jóia reluzente me esperando neste tão árduo caminho...
Tenho tudo, tenho nada!
Não tenho o que eu mais quero neste triste fim junto a minha pobre e só, solidão.
Este é apenas um desencargo de consciência, de ter dito e feito alguma coisa, mesmo que por vias irreais e infindas...
Não há sequer uma lágrima a derramar por meu desfalecimento diante esta vida terrena e mundana
Que tanto me iludiu, dizendo e mostrando ser feliz... enquanto na verdade, estava era morrendo de saudades.
Ó Romeu, Ó Julieta!
Onde andam vossos seguidores do romantismo eterno?
Por vossos passos idem e seguindo se perderam.
Ande pois agora, em vão.
Já que não és mais teu, nem meu...
Tu, maldito coração!
Nenhum comentário:
Postar um comentário