sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Encontrada?! Desencanada.

    Fora, fora daqui; já não mais me pertences
Vá embora e leve junto esse maldito sim
Nada mais que lhe envolva, importa pra mim.
    Procure o que fazer, quer ver me esquecer
Tanto faz como nada fez, perdeu a sua vez
Em dias noturnos à madrugada, vejo que não sabias nada, era o próprio nada
    Entra e sai, sai e entra; dia e noite, noite e dia... Agora sei, posso ficar muito bem sem a sua companhia.

   Caiu no gosto, já conquistou; não perca de novo, quem de ti lembrou.
   Ao amanhecer ou anoitecer, entenda de vez, quero encontrar aquele que tudo ou nada disso me fez.
   Lero, lero com blábláblá, não dá em nada a não ser em Irajá.
   Flores, espinhos; rosas e pergaminhos
Tantas foram as lutas para chegar no final deste caminho.

   Prazer em lhe conhecer, quero muito que dure tempo... Sinto-lhe informar já acabou o pra sempre, agora só quero saber desse desenho.
   Não to pensando mais em nada, o que importa é estar desligada...
   De tudo e de todos!

   Um desfecho final,
Escrever simplesmente, quisera entendas. 

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