terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Ela?!

   Ok. Aqui estou eu de novo tentando alinhar os pensamentos que correm e fogem de mim que nem relâmpago. Quantas vezes já não vim por meio deste desabafar, descarregar toda a podridão do meu ser?! Milhares, é claro. Onde mais posso encontrar abrigo senão aqui em meio a esse mundo das palavras e sentimentos derramados por dedos... Isso já virou piada, mas uma piada negra, nebulosa, macabra sem graça alguma e muito  menos risadas; só lágrimas e mais lágrimas de sal escorrendo por entre os desenhos do meu rosto.
   Fui ofendida, apontada como uma zé ninguém, julgada e condenada pelos atos do amor que nunca conheci ou cheguei perto de ter de verdade. Enquanto escrevo: penso, choro. Tudo é amargo. Se sou assim, ou melhor, se me tornei assim há de haver um culpado que não seja simplesmente... Eu.
   Vou negando nas aparências, rimas e influências. A música que um dia existiu... sumiu. Criei um escudo de mil barreiras em torno do meu coração. Ninguém mais adentrará este interior até que a verdadeira canção reapareça. Ainda há um fiapo de esperança no fundo desse profundo viver.
   Estou indo embora... A partir de agora surge uma nova Aytanna. Se será melhor ou pior, só o tempo dirá. Mas pode ter certeza, por você, jamais sofrerá.
   Adeus ou Até logo... Saberá quando outra vez, Ela, poetizar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário