quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Refém Altivo

Jovem, bonito, encantador
Algo quando o viu se transformou
Desculpe-me, posso mesmo  tê-lo magoado
Não era minha intenção, perdoe mais este relapso

O seu rosto é marcante
Firme, decidido, trovador
Águas correntes, fôlego então aumenta
Azul é a cor... tudo incendeia, não o perca!

Nos olhos um brilho inadmissível
Competir é seu mérito, ganhar é surgir
Cativante sorriso alegra-se ao ver
Nas sombras do abismo um novo ser

Ah, se pudesse entender
Mexes comigo como nenhum outro ainda fez
Infelizmente acabou-se a vez
De tudo tentou, porém cansou, lá se foi um refém

Sentimento dividido
No tempo perdido
O que estais a acontecer?
Venha, nade só mais uma vez comigo!

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