domingo, 29 de dezembro de 2013

Nobre e Valente... Regozijou

Acalma-te já meu coração!
Que nada há de acontecer.
Aqueles a quem tanto quer bem,
Estarão protegidos daqui à além...

Não se deixes mais enganar!
Contigo, ele mexes também.
Como há de fazer para escapar,
O que será isso que se passa em teu zelo, ó vem?!

Escondido, um vulto a espreitar...
Provocas, reclama e chama!
Nada há de se fazer.
Como podes ficar lá, remoto, estático, por tempos assim?!

Que intuito teria o jovem moço?
Ao contemplar e desejar um antigo sim...
Que já nada fazes, ou melhor, até fez
Mas por vergonha ou confusão,
Não captou a mensagem deste nobre coração

Coragem, ousadia... Foi o que faltou!
Além de espalhar as lembranças, por aí voou.
Não fiques assim agora, pobre moça de boa intenção
É chegada a hora, tome pois, sua decisão.

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