Cá estou novamente, sem eira nem beira.
Ao fim de um apocalipse...
Na ribanceira abaixo se encontra tal abismo.
Bom, talvez tenha começado errado esse pronunciamento.
Eis aqui o que tenho e sou!
Eis aqui um ser!
Eis aí, esse dito cujo viver!
Nada de mais aconteceu, nem mesmo mudou
Só deu vontade de voltar e dizer como estou.
Muitos nem dão a mínima, mas tudo bem.
Já me acostumei com isso,
Tenho o poder de ficar invisível!
Olhos e bocas se encontrarão,
Quando enfim descobrir seu verdadeiro sabor...
Este é um belo enigma,
Pra quem sequer provou de um delicioso amor.
Confidências...
Segredos aos milhares.
O coração tenta esconder,
Mas o brilho é mais forte...
Não se importando com mais nada,
A não ser você!
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